5 de novembro de 2009

PALAVRA DE ORDEM

Sérgio Fantini, escritor e funcionário da Fundação Municipal de Cultura

Trabalhamos pela eleição de Patrus à prefeitura de Belo Horizonte, em 93, com a mesma paixão com que vínhamos trabalhando em outras campanhas, como a de Lula em 89.

Patrus nos conquistou não pela retórica cristã, mas pela verdade que queríamos instaurar na política: a generosidade como palavra de ordem.

A partir de sua posse, instaurou-se um clima de camaradagem nas salas e corredores da PBH. As disputas políticas, administrativas e pessoais continuaram a existir, mas o ar tornou-se mais respirável. Nunca os artistas, agentes e produtores culturais transitaram tanto por ali.

Além de clarear o tempo e apontar um caminho menos sórdido para as relações políticas, Patrus fez um governo correto, inaugurou práticas que mudaram a vida da Cidade.

Depois de passar essa temporada em Brasília, ele é, de longe, a pessoa mais indicada para ocupar o Palácio da Liberdade.

Para levar a todo o estado a prática de uma política mais justa, mais humana.

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